Sistema para parques e day use
Você não vende passeio com horário de saída. Vende o dia — e a operação inteira se decide em três lugares: a fila da portaria, a capacidade do feriado e o acerto de comissão com quem revende para você.
Três coisas quebram na operação de um parque
Elas não são de software. São de sábado de manhã, de feriado prolongado e de fim de mês:
| Onde dói | Como aparece | O que custa |
|---|---|---|
| A fila na portaria | Atendente procurando nome em lista impressa, com 40 pessoas atrás | A primeira hora da visita vira espera — e é o que sobra na avaliação |
| O feriado | Site, balcão e WhatsApp venderam a mesma data sem se falar | Gente pagando na mão, barrada no portão |
| O acerto de comissão | Cruzar a lista da pousada com a sua, linha a linha | Um dia de trabalho por mês, e atrito com quem te traz cliente |
As três têm a mesma raiz: a informação está em mais de um lugar e os lugares não conversam. O resto desta página é sobre resolver uma por uma.
Antes: como o day use de entrada livre é configurado aqui
A AssincTour nasceu no turismo receptivo, para produtos com horário de saída. Day use de entrada livre é configurado como um período com capacidade diária: você cadastra a data, define quantas pessoas cabem naquele dia e o visitante compra o dia, chegando quando quiser.
Funciona bem para a maior parte das operações de day use. O que esse desenho não entrega é janela de entrada com limite por faixa de horário — se você precisa escalonar a chegada em blocos, vale validar isso antes de fechar.
A fila na portaria
A lista impressa tem dois defeitos que não têm conserto: ela desatualiza no instante em que sai da impressora, e ninguém que olha para ela sabe quem já entrou.
Aqui o caminho é outro. Assim que o pagamento é aprovado, o ingresso com QR Code é emitido e enviado por e-mail e por WhatsApp — sem ninguém lembrar de mandar, inclusive de madrugada.
Na entrada, a leitura desse código faz o check-in. O sistema confirma se o ingresso é válido, se é do dia certo e se já foi usado, e a contagem de quem já entrou fica visível para quem está no portão — sem contar cabeça e sem conferir papel.
Duas situações que a portaria enfrenta todo fim de semana:
- O visitante esqueceu o celular ou apagou o e-mail. Dá para buscar por nome ou por código e confirmar a entrada manualmente. A leitura do QR é o caminho rápido, não o único;
- Alguém tenta entrar duas vezes com o mesmo ingresso. A primeira leitura marca o código como usado, e a segunda tentativa é recusada.
Uma frase para não haver dúvida: isto é controle de acesso por leitura de QR Code em tela ou celular. Não há integração com catraca, torniquete ou qualquer equipamento físico de acesso. Se a sua entrada depende de catraca eletrônica, essa parte precisa ser resolvida à parte — e é melhor saber disso agora do que na demonstração.
O feriado que vendeu mais do que cabe
Overbooking em parque quase nunca é erro de conta. É consequência de vender em lugares que não se falam: o site tem uma contagem, o balcão tem outra, o WhatsApp tem a terceira.
O controle de capacidade aqui é por data, e é único. Cada venda paga desce da mesma contagem, venha de onde vier. Cancelamento devolve a vaga.
E existe a proteção que só aparece no pior momento:
- Duas pessoas comprando a última vaga ao mesmo tempo — só uma passa. O sistema impede a venda acima da capacidade no momento da reserva. A outra é avisada na hora, ainda na tela, e não no dia da visita, com a família no carro;
- Lotou? A venda não precisa acabar. Quem chega depois entra na lista de espera e é avisado automaticamente se abrir vaga — o que transforma cancelamento em receita em vez de buraco.
A tarifa que muda com quem entra e com que dia é
Feriado não é terça-feira, e criança não é adulto. Cada produto aceita quantas faixas de tarifa você precisar:
- Por perfil — adulto, criança, gratuidade;
- Por data — fim de semana, alta temporada, feriado;
- Cada faixa com validade própria (data inicial e final) e os dias da semana em que vale.
O efeito prático é que a tabela de preços do ano inteiro fica cadastrada de uma vez. Ninguém precisa lembrar de trocar o preço na sexta-feira do feriado — e ninguém cobra errado no balcão porque a regra estava só na cabeça de quem estava de folga.
Parceiros comerciais: a dor mais cara e a menos atendida
Pousadas, agências e guias trazem uma fatia grande do público de um parque. E, na maioria das operações, essa relação é administrada da pior forma possível: uma planilha de um lado, um caderno do outro, e uma conversa desconfortável todo dia 5.
O custo disso é duplo. Tem o tempo — um dia inteiro por mês cruzando listas. E tem o atrito, que é pior: quando o parceiro não confia no número, ele para de empurrar o seu ingresso e passa a vender o do vizinho.
Aqui, cada parceiro tem o próprio link de venda. Toda reserva que entra por ele já nasce com a comissão calculada automaticamente na venda, no percentual daquele parceiro e sobre o valor daquela venda.
| Antes | Com link por parceiro |
|---|---|
| Parceiro anota as vendas dele | A venda entra creditada na hora |
| Você anota as suas | Uma fonte só, para os dois |
| Alguém cruza as duas listas no fim do mês | Não há o que cruzar |
| Discussão sobre quem indicou quem | O link responde |
| Cancelamento vira ajuste manual | Entra na conta sozinho |
Entre os mais de 80 relatórios da plataforma estão os de ocupação e de desempenho por parceiro — que é o que permite responder, com número, qual pousada realmente traz gente e qual só aparece para pedir cortesia.
Essa é a conversa que muda a relação comercial. Não é sobre confiança; é sobre os dois lados olharem o mesmo painel.
Como funciona o dia da operação
O mesmo percurso, venha a venda do site, do balcão, do WhatsApp ou de um parceiro.
O cliente chama
No WhatsApp, o agente de IA atende, consulta a disponibilidade real da data e responde com a tarifa do perfil certo.
Paga
O agente leva até o pagamento. Confirmado, a reserva desce da capacidade daquele dia.
Recebe o ingresso
QR Code emitido na hora e enviado por e-mail e WhatsApp, com os dados da visita.
Entra
Leitura do QR na portaria valida data, autenticidade e uso único. A contagem do dia sobe.
Você lê o dia
Ocupação, presença e desempenho por parceiro nos relatórios — sem ninguém digitar nada.
Peça uma demonstração com a operação do seu parque
Traga a sua tabela de tarifas, a capacidade real de um sábado cheio e a lista dos seus parceiros. A demonstração roda com os seus números — incluindo os limites descritos nesta página.
Perguntas sobre parques e day use
O sistema atende day use de entrada livre?
Sim, configurado como um período com capacidade diária: você cadastra a data, define quantas pessoas cabem e o visitante compra o dia, chegando quando quiser. A capacidade da data limita a venda em todos os canais. O que esse desenho não entrega é janela de entrada com limite por faixa de horário — se a sua operação precisa escalonar a chegada em blocos, vale validar antes de fechar.
O check-in integra com catraca ou torniquete?
Não. O check-in é a leitura do QR Code do ingresso em tela ou celular, que confirma se ele é válido, se é do dia certo e se já foi usado. Quando o visitante esquece o celular, dá para buscar por nome ou código e confirmar a entrada manualmente. Não há integração com catraca, torniquete ou equipamento físico de controle de acesso.
O que impede vender mais ingressos do que a capacidade?
O site, o balcão e o agente de WhatsApp consultam a mesma contagem por data — não existe planilha do balcão separada da do site. O sistema impede a venda acima da capacidade no momento da reserva: quando duas pessoas tentam comprar a última vaga ao mesmo tempo, só uma passa, e a outra é avisada na hora. Se a data lota, quem chega depois entra na lista de espera e é avisado automaticamente caso abra vaga.
Como a pousada ou a agência parceira vende meus ingressos?
Cada parceiro tem o próprio link de venda. Toda reserva que entra por ele já nasce com a comissão calculada, no percentual daquele parceiro e sobre o valor daquela venda — sem planilha e sem cruzar listas no fim do mês. Os relatórios de desempenho por parceiro mostram, com número, quem realmente traz visitante.
Como funcionam as tarifas por perfil e por data?
Cada produto aceita quantas faixas de tarifa você precisar. Por perfil: adulto, criança, gratuidade. Por data: fim de semana, alta temporada, feriado. Cada faixa tem validade própria, com data inicial e final, e os dias da semana em que vale — então a tabela do ano inteiro fica cadastrada de uma vez, sem ninguém trocar preço na véspera do feriado.
Para se aprofundar: como estruturar a venda de day use, controle de capacidade em parques e atrações e ingresso com QR Code e check-in na portaria.